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Qual é o futuro das cidades? Como sua gestão pública pode chegar lá?

por | jul 6, 2021 | IDS Social

A preocupação com o futuro, especialmente no momento em que nos encontramos, é um tema recorrente entre pesquisadores e gestores públicos com uma curiosidade e visão avançada sobre o planejamento das cidades. Porém, na prática não é exatamente este o caminho que estamos seguindo.

Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Infraestrutura de Base (ABDIB), o investimento em infraestrutura urbana está longe de ser o ideal. A comparação de dados aponta que em 2019 o investimento do Brasil foi 31% menor do que em 2014. As áreas que receberam menos recursos foram saneamento básico, transporte e logística.

Ainda segundo a pesquisa, o correto seria investir R$ 284,4 bilhões para de fato suprir as necessidades das cidades brasileiras. Ou seja, uma realidade distante das práticas brasileiras atuais.

Mas independente de todos os fatores, o fato é que o futuro das cidades depende do planejamento de seus gestores e para isso é preciso compreender quais serão suas necessidades. Para saber mais, continue acompanhando este artigo:

Como serão as cidades do futuro?

A solução: cidades inteligentes

Os desafios da gestão pública: quais os próximos passos?

Conclusão: um sistema de gestão como aliado

Como serão as cidades do futuro?

No mundo em que vivemos as revoluções tecnológicas acontecem em um ritmo tão acelerado que mal conseguimos acompanhar. 

Isso tem tudo a ver com o futuro das cidades, pois as inovações nas tecnologias para gestão pública impactam diretamente no modo de viver da população, sanando necessidades antigas e ao mesmo tempo criando novas.

A Organização das Nações Unidas (ONU) e o Banco Mundial são entidades internacionais que fizeram algumas projeções para analisar o futuro das cidades, mais especificamente até o ano de 2050. De modo geral, os resultados apresentaram um aumento significativo da urbanização, tanto quanto dos problemas decorrentes dela, especialmente se esse crescimento urbano não for acompanhado de políticas públicas eficientes.

As projeções estimam que em 2050 cerca de 66% da população mundial viverá em áreas urbanas. Isso significa um aumento expressivo no tamanho e no número das megacidades.

Junto à urbanização, espera-se um crescimento nos índices de pobreza e de violência urbana. Naturalmente aumentará também a necessidade de infraestrutura e transporte pela população, caso contrário será praticamente impossível viver em aglomerados urbanos não densos e extensos.

Com o grande número de residências, aumentará também o consumo de energia. Essa necessidade se intensifica com o desenvolvimento tecnológico, uma vez que os novos dispositivos também consomem muita eletricidade.

Podemos ver que as demandas das cidades do futuro são grandes e, para serem resolvidas, vão exigir uma gestão pública pautada em estratégia e sustentabilidade.

Saiba mais sobre o assunto no artigo:

A solução: cidades inteligentes

Uma cidade inteligente é projetada para oferecer aos seus cidadãos os serviços básicos de forma eficiente, sanando as necessidades da população. De modo geral, isso pode ser obtido através da implementação e uso da tecnologia pela gestão pública na otimização de serviços, levando mais praticidade e menos burocracia aos processos municipais.

Por isso será muito importante o uso dos sistemas de informação para organizar os enormes bancos de dados responsáveis por manter todas as funções das cidades inteligentes operando como foram programadas.

Além disso, sua utilização é fundamental para acelerar os processos de tomadas de decisão, que requerem uma avaliação cuidadosa por parte dos gestores públicos. Os sistemas de informação também serão fundamentais para aumentar a acurácia dos dados em análise, reduzindo os riscos de interpretações equivocadas.

Saiba mais sobre as vantagens da tecnologia aplicada na gestão pública:

Sociedade em rede: para ser uma cidade inteligente um dos passos é ser uma cidade digital.

Os desafios da gestão pública: aumente a qualidade dos serviços e torne a sua cidade inteligente

          1. Ter maior eficiência energética

O crescimento do número de pessoas irá exigir que a produção de energia o acompanhe. Especialmente porque o futuro exigirá o uso de energia limpa, de fontes renováveis.

Por essa razão, será essencial repensar o sistema de distribuição, pois a rede que temos atualmente logo se tornará defasada e não atenderá mais as necessidades da população.

          1. Melhorar a mobilidade urbana eficiente e sustentável

A mobilidade nos centros urbanos há décadas é um assunto relevante, constantemente discutido e quase sempre atrasado em relação às necessidades dos habitantes das metrópoles brasileiras, que estão em constante crescimento, sempre um passo à frente das soluções atuais.

É preciso se antecipar e buscar soluções viáveis, verdadeiramente eficientes e sustentáveis do ponto de vista de manutenção e também ambiental.

          1. Mais conectividade

Os cidadãos do mundo de hoje estão cada vez mais conectados. Isso porque perceberam as vantagens que a tecnologia e as telecomunicações podem oferecer às suas vidas. 

A gestão pública, por sua vez, não pode ficar para trás. Processos burocráticos não terão espaço nas cidades do futuro e por isso é essencial investir em novos modelos de distribuição de serviços públicos e atendimento à população.

Conclusão: um sistema de gestão como aliado 

A melhor maneira de lidar com todos os desafios é utilizando um sistema de gestão que atende as demandas do seu município. Quer entender como isso pode ser vantajoso para sua cidade na prática? Então confira o eBook:

Plano de acompanhamento familiar: por que fazer?